O beijo que sela
O beijo que transforma
O beijo de língua
O beijo que excita
O beijo
O beijo
O beijo
O beijo da perdição
O beijo da tentação
que bom é o beijo
O teu beijo
teu beijo
teu beijo
Eu domo minha mente
desvio meu olhos
mas meus pensamento se curvam em desejo
tua boca, teu gosto, teu beijo
E que gosto tem
Qual é o sabor
desse beijo, tao desejado
tão esperado
tão ansioso
tão demasiado atraente
E tua boca me chama
E tanto eu quero
O beijo!
Teu beijo!
Que beijo!
quinta-feira, 14 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Coisas do coração
De noite quero acalentar-me no travesseiro e dormir
Mas não consigo, pois meu coração torna a ruir
E vem os pensamentos que não me deixam descansar
E vem o tormento
Pensar, pensar e Pensar
Pensar no que poderia ter feito
Pensar no que foi desfeito
Pensar em que decisões tomar
Pensar que poderia ser diferente
calmo, tranquilo sem mais delongas
Mas não é possível
E é tão difícil
Meu maior martírio é indecisão
é confusão no meu coração
É inseguraça, é medo, receio
Mudanças drásticas que poderiam afetar todo meu ser
e eu tenho medo
[medo]
De sofrer, de errar
de me machucar
e de magoar
E isso me consome por dentro
e teima em desconjurar meu coração
Sofro, sinto, maldade de indecisão
Teima em acabar de vez com meu coração
Quando eu amava, amava de montão
amava incondicionalmente, amava de coração
Mas o tempo passa e algumas coisas mudam
outras não
Mas o pior são as mudanças feitas pelo acaso do destino então
que me deixa frívola e em questão de saber o que, porque, qual a razão?
E são tantas coisas, tanto, porquanto
que eu nem sei
Foge de mim, do meu controle
e eu não consigo me salvar, me decidir, me orientar
As vezes nem sei se há uma linha tênue
nos meus desabafos
que são tantas coisas dentro de mim
tanta confusão
mas eu sei faz parte
São coisas da vida, coisas do coração
Mas não consigo, pois meu coração torna a ruir
E vem os pensamentos que não me deixam descansar
E vem o tormento
Pensar, pensar e Pensar
Pensar no que poderia ter feito
Pensar no que foi desfeito
Pensar em que decisões tomar
Pensar que poderia ser diferente
calmo, tranquilo sem mais delongas
Mas não é possível
E é tão difícil
Meu maior martírio é indecisão
é confusão no meu coração
É inseguraça, é medo, receio
Mudanças drásticas que poderiam afetar todo meu ser
e eu tenho medo
[medo]
De sofrer, de errar
de me machucar
e de magoar
E isso me consome por dentro
e teima em desconjurar meu coração
Sofro, sinto, maldade de indecisão
Teima em acabar de vez com meu coração
Quando eu amava, amava de montão
amava incondicionalmente, amava de coração
Mas o tempo passa e algumas coisas mudam
outras não
Mas o pior são as mudanças feitas pelo acaso do destino então
que me deixa frívola e em questão de saber o que, porque, qual a razão?
E são tantas coisas, tanto, porquanto
que eu nem sei
Foge de mim, do meu controle
e eu não consigo me salvar, me decidir, me orientar
As vezes nem sei se há uma linha tênue
nos meus desabafos
que são tantas coisas dentro de mim
tanta confusão
mas eu sei faz parte
São coisas da vida, coisas do coração
segunda-feira, 28 de março de 2011
Confusões internas
Com lágrimas nos olhos e
Uma dor no coração
Pressinto que algo não está bem
e não está mesmo
E é meu eu interior que se sente sufocado, sem rumo, sem perspectiva,
sem nada
E além dos meu problemas, tenho que resolver o dos outros
e sem escolha, e é tão ruim.
Uma dor no coração
Pressinto que algo não está bem
e não está mesmo
E é meu eu interior que se sente sufocado, sem rumo, sem perspectiva,
sem nada
E além dos meu problemas, tenho que resolver o dos outros
e sem escolha, e é tão ruim.
E penso, e penso, e penso
Que martírio, que martírio
E choro, e sinto dor no meu coração...
domingo, 20 de março de 2011
Descrito em versos
Entre verso e inversos
escrevo o que posso
mas não o que quero
Escrevo em cada linha
uma alegria
mas pra você perceber
Lê nas entrelinhas
E quando lembrar do que passou
sorria, chore, vibre ou decepcione
apenas sinta
E se minha sina for apenas te querer
e nunca te ter
Chorarei minhas lágrimas
cortarei meus pulsos
fecharei minha boca
e não obstante e ainda além
E entre os versos que escrevo
declaro o meu amor por ti
e a minha sensação, e o meu sofrimento
Talvez fisicamente a dor não seja perceptível
Talvez fisicamente, você me olhe nos olhos e ache que está tudo bem
Mas só quem sente a dor que sente
sabe como é intransigente
Ter-te aqui comigo seria o paraíso
Não te ter perto de mim é um martírio
uma labuta, uma aniquilação
E dói, dói e como dói
mas você nem sabe
você nem sente
você nem lembra, nem pensa em mim
Sorte sua, Azar meu!!
escrevo o que posso
mas não o que quero
Escrevo em cada linha
uma alegria
mas pra você perceber
Lê nas entrelinhas
E quando lembrar do que passou
sorria, chore, vibre ou decepcione
apenas sinta
E se minha sina for apenas te querer
e nunca te ter
Chorarei minhas lágrimas
cortarei meus pulsos
fecharei minha boca
e não obstante e ainda além
E entre os versos que escrevo
declaro o meu amor por ti
e a minha sensação, e o meu sofrimento
Talvez fisicamente a dor não seja perceptível
Talvez fisicamente, você me olhe nos olhos e ache que está tudo bem
Mas só quem sente a dor que sente
sabe como é intransigente
Ter-te aqui comigo seria o paraíso
Não te ter perto de mim é um martírio
uma labuta, uma aniquilação
E dói, dói e como dói
mas você nem sabe
você nem sente
você nem lembra, nem pensa em mim
Sorte sua, Azar meu!!
quarta-feira, 16 de março de 2011
O tempo passa, nada muda!
O tempo passa
Nada muda
A espera é obscura
É contínua e insegura
Tão inconsequente
Meus desejos tão presentes
realidades tão ausente
e nada muda,
nada acontece
Quanto tempo hei de esperar
Para ver meu sonhos a realizar
O tempo passa, nada muda
Tudo continua no mesmo lugar
O tempo passa,
nada muda
Queria que fosse diferente
Queria que fosse surpreendente
Cada dia, cada hora, cada instante
Mas é inconsequente
[esperar]
uma constante mudança
Pois nada altera o seu lugar
Tá tudo certo, definido
o dia todo, todo dia
a mesma coisa
tudo no lugar
O tempo passa, nada muda,
O tempo passa, nada muda,
nada muda...
Nada muda
A espera é obscura
É contínua e insegura
Tão inconsequente
Meus desejos tão presentes
realidades tão ausente
e nada muda,
nada acontece
Quanto tempo hei de esperar
Para ver meu sonhos a realizar
O tempo passa, nada muda
Tudo continua no mesmo lugar
O tempo passa,
nada muda
Queria que fosse diferente
Queria que fosse surpreendente
Cada dia, cada hora, cada instante
Mas é inconsequente
[esperar]
uma constante mudança
Pois nada altera o seu lugar
Tá tudo certo, definido
o dia todo, todo dia
a mesma coisa
tudo no lugar
O tempo passa, nada muda,
O tempo passa, nada muda,
nada muda...
terça-feira, 8 de março de 2011
Onde está você, que não aqui
Cai a chuva
Da janela olho
O horizonte
E estou tão distante
Fecho os olhos
e relembro
cada instante e cada momento
especial com você
Abro os olhos
e percebo
era sonho, desespero
onde está você
que não aqui perto de mim
Na janela
a gota cai
Dos meus olhos
a lágrima sai
que vontade
que saudade
que maldade
você não está aqui
Penso em ti
Sonho contigo
Mas sei que
não é recíproco, ou é?
Que dúvida que me paira
Que dúvida que me aflinge
Essa distância que nos separa
Pensamentos que não se encontram
Onde está você, que não aqui
Perto de mim
Saudades de fato
do que nunca existiu
Esperança que os sonhos
sejam premonições
Te desejo demasiadamente
Te espero inconsequentemente
Não sou dona dos meus atos
Porque tu és dono de mim
E onde está você, que não aqui
perto de mim
E espero, e espero
E onde está você, que não aqui
perto de mim
Da janela olho
O horizonte
E estou tão distante
Fecho os olhos
e relembro
cada instante e cada momento
especial com você
Abro os olhos
e percebo
era sonho, desespero
onde está você
que não aqui perto de mim
Na janela
a gota cai
Dos meus olhos
a lágrima sai
que vontade
que saudade
que maldade
você não está aqui
Penso em ti
Sonho contigo
Mas sei que
não é recíproco, ou é?
Que dúvida que me paira
Que dúvida que me aflinge
Essa distância que nos separa
Pensamentos que não se encontram
Onde está você, que não aqui
Perto de mim
Saudades de fato
do que nunca existiu
Esperança que os sonhos
sejam premonições
Te desejo demasiadamente
Te espero inconsequentemente
Não sou dona dos meus atos
Porque tu és dono de mim
E onde está você, que não aqui
perto de mim
E espero, e espero
E onde está você, que não aqui
perto de mim
sábado, 5 de março de 2011
Deixa ser como é
Como pode um peixe vivo viver fora da água fria
Como pode um ser assim viver
Como pode viver fora de seu habitat natural
Não pode, Não pode
Não se pode prender quem que voar
Não se pode calar quem quer falar
Não se pode reter aquilo que não se pode conter
Não se deve obrigar a quem não quer amar
Não se deve impor condições
ao que não tem controle
Não deve haver regras
ao que não tem explicação
É assim, simplesmente é assim
Não se deve prender, nunca quem nasceu solto
Livre
Deixa ser como é
Deixa ser, deixa estar,deixa viver, deixa voar...
Como pode um ser assim viver
Como pode viver fora de seu habitat natural
Não pode, Não pode
Não se pode prender quem que voar
Não se pode calar quem quer falar
Não se pode reter aquilo que não se pode conter
Não se deve obrigar a quem não quer amar
Não se deve impor condições
ao que não tem controle
Não deve haver regras
ao que não tem explicação
É assim, simplesmente é assim
Não se deve prender, nunca quem nasceu solto
Livre
Deixa ser como é
Deixa ser, deixa estar,deixa viver, deixa voar...
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